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domingo, 25 de novembro de 2007

Gerindo...ainda...a Ponte 25 de Abril

Jorge Brás ao tentar resolver o problema graficamente aqui descobre em comentário que o efeito no consumo pode não ser o pretendido (reduzir o "consumo de Ponte" e aumentar o "consumo de Transporte Público". É ainda necessário alertar que as curvas de indiferença não se podem cruzar.

Coloco duas questões:
  1. Porque não se podem cruzar as curvas de indiferença? (Pista: usem o raciocínio da transitividade).
  2. Porque é que aumentar o preço da portagem da Ponte 25 de Abril pode não conduzir à redução da quantidade "consumida de Ponte"? (Pista: Desagreguem o efeito total do aumento de preço em efeito de substituição e de rendimento e lembrem-se dos bens de Giffen assim como a classificação dos bens)

Nota: No desenho de Jorge Brás ( penso que mesmo redesenhando a curva de indiferença que intersecta a outra) reduz-se o "consumo de Ponte" mas também o de Transportes Públicos. Qual a explicação tendo igualmente como referência os dois efeitos.

Alerta de organização: Coloquem sempre como etiqueta o número da questão a que se refere o post, podendo obviamente juntar-se outra ou outras etiquetas.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Gerindo a Ponte 25 de Abril

A Questão 3 sobre a gestão do trânsito na Ponte 25 de Abril já foi respondida e temos estado em debate sobre o assunto.


Confesso que não sei se há consenso sobre a solução para o problema mas parece-me que não.


Fica aqui o desafio de começarmos a resolver o problema por fases. Respondendo à pergunta do gráfico: o que acontecia se a portagem subisse? É preciso desenhar a nova restrição orçamental (como ficam as inclinações) e a nova escolha para - já sabem - preferências constantes.
Espero respostas.